conduzidos coercitivamente - 14/11/2017

Presidente da Alerj e deputados são conduzidos coercitivamente

 Agência Brasil

Rio de Janeiro - Na Alerj, deputado Jorge Picciani (PMDB) nega participação em esquema investigado pela PF (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Deputado Jorge Picciani é um dos alvos da operação deflagrada no Rio de Janeiro  Fernando Frazão/Agência Brasil

O Ministério Público Federal (MPF) deflagrou hoje (14), no Rio de Janeiro, a operação Cadeia Velha, fruto de uma ação conjunta com a Polícia Federal (PF) e iniciada a pedido do Núcleo Criminal de Combate à Corrupção (Nccc) do próprio MPF.

Na operação, a pedido do desembargador federal Abel Gomes, relator dos processos da força-tarefa Lava Jato/RJ no Tribunal Regional Federal, são ordenadas as conduções coercitivas dos deputados estaduais Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi (todos do PMDB-RJ), além de seis prisões preventivas e quatro temporárias e buscas e apreensões nos endereços de 14 pessoas físicas e sete pessoas jurídicas.

Segundo nota do MPF, a condução coercitiva dos deputados foi ordenada como alternativa inicial à prisão deles. A operação investiga parlamentares e outras dez pessoas por corrupção e outros crimes envolvendo a Assembleia Legislativa (Alerj).

Na Operação Cadeia Velha, é apurado o uso da presidência e outros postos da Alerj para a prática de corrupção, associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Segundo as informações divulgadas, petição do MPF, com 232 páginas, resulta de investigações feitas há mais de seis meses, “que incluíram quebras de sigilo bancário, telefônico e telemático, acordos de leniência e de colaboração premiada, além de provas obtidas a partir das Operações Calicute, Eficiência, Descontrole, Quinto do Ouro e Ponto Final”.

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Comentários

disse:

em 31/12/1969 - 09:12